*Indefeso*
Vejo-te... vejo-te completamente indefeso com esse lenço no olhar, apenas de mãos soltas tens plena autorização para meu corpo explorar. Falo-te sussurrando ao ouvido dizendo coisas que tanto queres ouvir, quero-te completamente e consumir cada gota de ti que ousas verter para saciar a minha sede. Não me vês, mas vejo-te eu enquanto mordes o lábio pedindo por mais... mais daquilo que somente que te posso dar, mais amor, mais valor, mais sabor... de mim tens tudo o que quiseres e estiveres preparado para levar. Lembra-te, todo o valor que te possa dar é proporcional não somente ao desejo de te acarinhar, mas sim a toda esta vontade que meu corpo sente ao pedir para te abraçar sem teus e meus segredos revelar... enquanto aqui estás diante de mim simplesmente indefeso...
beijo-te!
Alexandra Martinho
Alannah Miles - Black Velvet



O jogo da vulnerabilidade...a explorar atentamente a dois.
ResponderEliminarQuando os corpos se procuram e ficam indefesos,
ResponderEliminarsendo recíproco é muito bom.
Bom domingo.
Beijinhos
Irene Alves
A entrega é assim quando existe, intensa sem meios porquês nem completas questões.
ResponderEliminarBeijinho
Realmente é verdade. Quando nos entregamos ficamos mesmo expostos à vulnerabilidade. Aí as defesas todas caem e ficamos simplesmente sujeitos a quem nós amamos (ou não), que fica também nas mesmas condições que nós. Somos simultaneamente predadores e presas.
ResponderEliminarAh! Cá está a Alannah Myles e o seu 'veludo preto'.
ResponderEliminarGostei muito do texto.
Devo dizer que nunca me senti indefeso.