sábado, 6 de outubro de 2012

*À tua Porta*





Deixei à tua porta uma rosa e uma folha de papel, recordando a noite em que recebi teus beijos de mel. A sensualidade e leveza do teu toque que conhece cada canto do meu ser, como aquela que toca a melodia no seu piano d'céu. És assim, meu amor, purificante como a água da nascente que me banho de hoje em diante. Reconhecendo de longe o teu semblante, meu amor, meu doce e fraterno amor, atiraste para longe toda a minha dor... e por isso, à tua porta deixei uma rosa e uma folha de papel.





Alexandra Martinho

8 comentários:

  1. Andas muito fugida, andas andas....

    Beijinhos

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  2. Dói quando estando acompanhada nos sentimos sós.

    Beijo

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  3. Yes, yes, yes!!!
    :)

    3 Doors Down: espectáculo.

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  4. E não bateste à porta? Não entraste?

    Não gosto de ficar à porta do amor, gosto de entrar de rompante, sentar-me sem ser convidada e fazer estragos à minha passagem...

    Bonito o teu texto (como sempre).

    Beijinho*

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  5. E que a realidade (como o vento) não nos impeça nunca de viver o sonho, como sonhamos que a realidade um dia possa vir a ser.

    No amor as coisas têm que ser bem feitas... qualquer passo em falso pode ser a morte do artista. A questão do timing é fulcral.

    Beijinhos.

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  6. Deixar uma rosa à porta por vezes não chega... Entra! (Eu digo isto mas se calhar eu também deixaria só a rosa :p Dependeria da fase da lua)

    Beijinho

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  7. Gosto tanto dessa rosa e dessa folha de papel...

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Façam do meu espaço o vosso espaço, ousem comentar... eu ousarei responder! :)