quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

*A Mulher que hoje sou*






A mulher que hoje sou não lembra mais o rosto da juventude perdida, sendo eu um rasgo de novo ser, eis que te mostro o meu trajecto. Na doçura e na loucura tenho tanto para dizer ao beijar esse teu ouvido com a minha língua, a língua que se sente ansiosa por se enlaçar mais tarde na tua. 
Sou a noite, a noite que acalenta os sonhos, o leito onde dormes com um cómodo travesseiro que é o meu peito... navegas, eu sei, sei que gostas de navegar nas minhas ondulações corporais que são para ti desafios fatais.
Não, não quero a tua brutalidade animalesca, quero apenas ver a tua nudez pela casa, ser a tua private voyeur e dizer que esse teu corpo é o mais belo que algum dia vi.
A mulher que hoje sou, não é mais a que conheceste... envelheci com as experiências que vivi, mas ainda assim, tudo aquilo que sinto por ti foi sentimento que nunca perdi.
Não tenhas medo, não tenhas medo porque jamais deixarei meu vestido tombar... sabes todos os meus segredos e até os amores que nunca vivi... os meus os teus, os teus e os meus encontros desta vida que contigo escrevi.





Alexandra Martinho

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

*Há momentos*








Há momentos, e cada um chega a esses momentos, em que de repente o tempo pára e acontece a eternidade. (Fiodor Dostoievski)


Meus caros há um momento para tudo na vida, momento para amar, para sorrir, chorar, trabalhar, para ter e resolver problemas ou simplesmente, o mais importante de tudo, viver!
Momentos mágicos ficam para sempre suspensos no tempo e no espaço porque não paramos para viver e apreciar as coisas boas que a vida tem para nós. É sempre mais fácil manter a mente ocupada com aquilo que é vazio e inflige sofrimento. Parem e respirem, com toda a certeza irão perceber as situações e significados das mesmas com outra perspectiva.

Um desafio que lanço, sejamos conciliadores, pois é através da conciliação que atingimos a felicidade e paz absoluta!


Amanhã passarei pelos vossos cantinhos, por hoje, faço votos de que tenham uma excelente noite e uma boa semana. 


Alexandra Martinho






sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

*Quem não desiste, sempre alcança*








O sol nasce para todos e não apenas para alguns, da mesma maneira que neste palco de actuação a que chamamos vida, o sol é o verdadeiro holofote que faz brilhar cada um de nós. Baixar os braços e desistir dos sonhos é o mesmo que assinar a sentença de morte ao ser. Caminhar, não desistir e tudo se concretizará é o lema, o lema que deveríamos usar para evitar o marasmo que tantas vezes se instala sem darmos por isso.

O meu homem é um exemplo de não desistência, encontra-se pela terceira vez consecutiva a tentar deixar de fumar, após quase trinta anos de consumo deste malvado vicio. O que ele necessita? Do incentivo de todos, assim lanço o repto... Força Fernando estamos todos contigo! 


Bom fim-de-semana, a tod@s!


Alexandra Martinho



Because all we need is love and trust!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

*Alojamento de Sites*






podem consultar, aqui! 



Muitos são aqueles que dizem que os jovens não são empreendedores, o meu enteado veio contradizer essa teoria. Recentemente, com apenas 17 anos, criou um espaço onde os interessados podem alojar os seus websites mediante o pagamento de uma mensalidade que como todos sabem, é algo praticado nos mais famosos espaços de alojamento across the internet. 

Acrescento que o Diogo também tem os skills necessários para a construção de websites e muito recentemente conseguiu romper com as barreiras de acesso à internet da escola... o que deixou o pessoal de informática de olhos em bico, um "crânio".




Divulgem e adiram se for esse o caso!


Beijos a tod@s!


Alexandra

domingo, 13 de janeiro de 2013

*A vida não é National Geographic ou o Discovery Channel.*







Como não há muito tempo escrevi a vida não é uma gelatina instantânea e hoje, hoje tenho vontade de dizer que não é o National Geographic ou o Discovery Channel. A vida de uma pessoa, a vida de alguém não é para ser estudada, analisada pela comunidade cientifica dos que vivem do faz de conta, daqueles que não têm objectivos, dos frustrados, dos que usam máscaras de Santos e de Anjos para iludir. Felicidade não é algo que se tem, sente-se e essa é a chave que faz toda a diferença na forma em que nos posicionamos na vida. Não tenho nada mais a acrescentar, porque neste mundo não há ninguém igual, nem eu sou igual a ninguém! 

Talvez um dia eu escreva sobre os graus que subi, as quedas que dei, o alcatrão que palmilhei... até lá olhem pelos vossos e deixem esta sociedade parasita morreu no gélido  mar do desamor! 




Um bom Domingo e uma boa semana para todos!


Namasté


Alexandra Martinho




(ouçam e vejam estou certa de que irão gostar tanto quanto eu)


sábado, 12 de janeiro de 2013

*Sois o que sois, não aquilo que pareceis ser*






"O capitalismo de hoje é bem mais teneboroso. Os jogos financeiros contemporâneos são tão abstractos e auto-referenciais que trocando a coisa por miúdos mais não são do que comprar e vender dinheiro, como fazia a Dona Branca." Por João Magueijo

O capitalismo de hoje alimenta toda uma cadeia alimentar que apenas se preocupa com cifrões e não vê nada além disso. Consumismo é o que temos, consumismo exacerbado que chega a assustar os pêlos dos burros que outrora serviam para trabalhos agrícolas e agora até que são uma espécie que dá dinheiro... acabando as ajudas é vê-los passear pelas estradas, tal como, os javalis e veados que por esta zona têm provocado acidentes.

Apetece-me questionar tantas vezes a merda de sociedade portuguesa em que vivemos, sim merda, que não passa disso mesmo de uma valente merda em que muitos se fazem daquilo que não são. Eu conheci um Portugal menos julgador do que é hoje, onde se olhava menos para a camisa ou par de sapatos que cada um usava. Vivemos onde? Quer me parecer que na "puta" de uma república das bananas, onde cada um faz aquilo que bem lhe apetece e por isso não é sancionado.


As gerações de hoje são protótipos formatados pela moda, sem ideias próprias, tudo tem de vestir igual, falar igual, ter e ser igual... todos têm de ir para a discoteca, fumar e beber até cair para o lado e quem não vai é careta. Isto é outra forma de capitalismo, o capitalismo do putedo senhor Alfredo. Lamento, como mulher tenho momentos em que me sinto mal por ver o estado de degradação a que o sexo feminino chegou. Lamento, uma vez mais o digo, lamento ter de dizer que as mulheres de hoje mais parecem homens com comportamentos e atitudes que as desvaloriza, que as humilha... mas elas acham muito engraçado. São grandes mulheres porque bebem que nem cavalos, porque se vestem que nem pêgas... pois, mas depois na pratica, nem para educar filhos tem capacidade. Muitas servem apenas para que "eles" lhe dêem umas "berlaitadas" e siga caminho, outras para infernizar vidas alheias julgando-se muito espertas e outras ainda nem elas sabem para que servem.

Capitalismo é o ridículo, a falta de valor que alberga toda esta gente fútil que não tem ponta por onde se lhe pegue. Capitalismo é a leviandade, o egocentrismo, o desprendimento pelo verdadeiro relacionamento humano. A falta de cultura, de estrutura para arcar com as consequências de escolhas nem sempre correctas. Uma sociedade que se prostituiu ao fácil, onde homens e mulheres invertem papéis é uma sociedade falida. É algo que não tem abertura para sentir, viver a ternura que cada dia pode transmitir. Nasce-se, vive-se, trabalha-se e morre-se... mas por incrível que pareça nem se vive, porque a vida é vivida a arquitectar planos para ser mais que fulano, ou lixar beltrano.
  Dias há em que a vontade é tremenda de dizer tudo aquilo que deve ser dito, pouco interessando se levam a bem ou mal. Esta gente nunca se diz contente, nunca se diz feliz, mas como podem o ser se nem ao pouco que têm conseguem dar valor? E não, não falo de merdas de bens materiais, falo de pessoas, de sentimentos, de compromissos. Onde ficou tudo isso neste capitalismo de barbies e kens? De marionetas que vão e dançam ao sabor do vento sem saber bem o porquê. Gosto, adoro pessoas com ideias próprias, que não sorriem ao fácil, arregaçam mangas ao difícil e remam contra marés, contra tudo e contra todos. Pessoas que não se deixam ludibriar, que dizem não, que cagam para o pessimismo e dizem adeus de vez a tudo o que está a mais.

Desejo a todos um excelente fim-de-semana!





Alexandra Martinho


quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

*Pérolas a Porcos*






"Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas, para que não suceda de que eles as pisem com os pés e que, voltando-se contra vós, vos dilacerem."


Qualquer ser humano devidamente informado sabe que para a felicidade ser uma realidade universal, as populações devem possuir recursos financeiros para suprimir as suas necessidades básicas. Sim, as necessidades básicas são a base e o verdadeiro sustento da felicidade, toda a materialidade seguinte é acessória e criada exclusivamente pelo consumismo.
Portugal tem um povo ferido, magoado, enjeitado por aqueles a quem confiou o dever de defender os seus interesses. Anos e anos e mais anos de abusos, Portugal tornou-se uma nação de abusadores, abusados, corruptos, de alguma gente séria e honesta que tenta cumprir com a sua palavra.
Apetece-me dizer paremos por uns instantes de alimentar quezílias políticas ou partidárias e pensemos, analisemos aquilo que se passa connosco! Afinal de contas o que se passa com o nosso país? No que consiste uma nação? Quais são os principais fundamentos de sociedade democrática e autónoma? Desde o 25 de Abril quantos governos tivemos e o que fizeram eles de bom e de mau? 
Costuma-se dizer vive o agora e esquece o passado, mas no passado, sim... no passado muitas das vezes moram as respostas que necessitamos para o presente. Que presente temos, que passado tivemos?

O dia de hoje foi mais uma agulha no rabo dos Portugueses, agulha essa que nem tão pouco ainda teve confirmação de existir, aparentemente existe com 75 páginas se não estou em erro. Mas, mas afinal nós temos uma comunicação social para gerar guerras e conflitos ou para informar aqueles que no fundo lhes estão a pagar os ordenados, a permitir que mantenham as estações de comunicação em funcionamento? Creio que nos últimos anos muitos papéis inverteram-se e os fantoches são sempre os mesmos (os que pagam as suas contribuições, os seus impostos, as suas dividas, sabe Deus como). 

Acho inadmissível como ainda ocorrem estas fugas de informação confidencial, fugas estrategicamente montadas para assustar a população e destabilizar o que já se encontra mais do que destabilizado. Enjeitados? Sempre fomos assim considerados, porque o assim deixámos. Entrámos para uma União Europeia que à partida pouco tinha de união ou de igualdade... mas sim, podíamos ter crescido muito, podíamos ter aproveitado esta alavanca, mas faltou-nos verdadeiros homens no leme que soubessem canalizar correctamente os subsídios. Parece que hoje como em outros momentos falta-nos poder de decisão, falta-nos mostrar que aqui quem manda somos nós sem nunca deixar de lado o respeito por todos os outros estados membros ou compromissos que assumimos. Temos uma dívida, temos de a pagar, mas este pagamento não tem de sacrificar a população até à medula óssea e não me venham dizer o contrário... simplesmente temos de racionar a maneira como pedimos e é de cima que tem de vir o exemplo. Se de cima não vem o exemplo como podem exigir que os Portugueses façam isto ou aquilo?

Li há dias um artigo com o seguinte título "Férias de luxo de Relvas e Dias Loureiro" que começa assim - " Em circunstâncias normais, as viagens privadas que os políticos ou ex-políticos fazem (para nos darem um bocadinho de descanso) são um problema deles. Num cenário diferente do actual, ser-me-ia completamente indiferente se o ministro Relvas escolhia ir passear a tanga ao Brasil ou brincar pelado com os pinguins na Antártida. Se o passado do ex-administrador da famigerada SLN - Dias Loureiro - não tivesse directamente a ver com um presente envenenado e o futuro condenado (nosso, entenda-se), não perderia um minuto a pensar neste assunto..."

Coloco uma questão, durante quantas décadas isto aconteceu? E nunca ninguém se questionou ou denunciou? Circunstancias normais, ser completamente indiferente... bingo!!!! Aqui está um dos principais problemas neste país: indiferença e deixa andar que amanhã logo se vê. Foi o deixa andar e o empurra-empurra que nos colocou neste lido estado e disso ninguém me convence de contrário. Mas ok, que continuem a perder tempo com merdas e distracções que todos já estão carecas de saber.

Para terminar, somente para terminar... a sociedade Portuguesa é o reflexo pleno daquilo que vivemos. Não quero que me interpretem mal, mas temos uma sociedade podre, salubre que não necessita apenas de cara lavada. Necessita de injecções e construções de raiz com bons alicerces para que bons valores se levantem. Eu conheço bem a nossa sociedade, conheço bem as pessoas e muitos mereciam umas valentes bofetadas para que pudessem acordar para a vida. Mas isso, isso meus car@s ficará para outro post... para já é cabeça erguida e siga caminho!

Bem-haja, Portugueses!


Alexandra Martinho


terça-feira, 8 de janeiro de 2013

*Momentos Meus*




(a estrada que percorro, o silencio que ouço, a paz que os meus olhos vêem)



Desde sempre ou desde muito pequena que tenho, sinto necessidade de ter momentos apenas meus. Momentos meus em que fico longe de tudo, de todos e todos são os dias em que usufruo desse precioso momento. Pratiquei desporto durante muitos anos, nomeadamente, basketball. Porém, porque a vida e os estudos assim obrigaram, foi algo que ficou para trás, mas nunca descurei o exercício físico para beneficio da minha própria sanidade mental e emocional. 
Adoro fazer de tudo um pouco, mas caminhadas de duas horas ou pedaladas de uma tarde inteira são a minha perdição. Respirar o ar deste campo que me circunda, ouvir simplesmente a natureza através dos seus sons característicos, onde carros e pessoas estão longe da vista. 
Dos momentos meus, dos momentos em que me ligo com a natureza esqueço tudo e o resto... sou apenas eu, a minha música, as minhas sapatilhas, a minha natureza, o meu silencio e de tudo isto retiro a energia essencial para continuar no leme da minha existência forte e sã. Tenho a sorte de viver no sitio assim e é por aqui que quero ficar até a minha chama se extinguir, para junto de Deus ficar!


Alexandra Martinho



*Indicadores de sucesso*




O lado direito da imagem continua a ser a representação da maioria da sociedade Portuguesa. Inveja-se o outro pelo seu sucesso, maneira de ser. Fala-se do que não se sabe, julgando, criticando. Poucos param para olhar, sentir, viver a vida segundo os seus ideais... constrangidos, vivem constrangidos num casulo que lhes é cada vez mais pequeno, sem opções de ver mais além.
Não tenham medo de abraçar a mudança, de perdoar, de partilhar aquilo que vocês sabem que sabem. Com qual dos lados vocês se identificam?


Alexandra Martinho

domingo, 6 de janeiro de 2013

*Guiar com Amor*







Coloca-te nas sandálias "rotas" do outro se queres perceber as razões da sua dor, porque sabes, há momentos em que é fundamental deixar de lado a purpurina e o brilho para simplesmente sentir.
Para os seres amados devemos ter a persistência de os guiar pelo caminho que eles sabem ser o certo, mas que tantas vezes rejeitam por vergonha, ou por achar que já é tarde.
Com amor temos o dever de guiar aqueles que nos amam, aqueles que nós amamos... e não, não tenham medo porque não só não interferem no livre arbítrio do outro, como ainda o ajudam a libertar de todas as amarras que restringem o seu desenvolvimento pessoal.

Guiar com amor não é ego ou controlo, é simplesmente amor!


Boa semana para todos!


Alexandra






                 (música que conheci pelos ouvidos atentos do meu ternurento)





sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

*A Importância do Poder Pessoal*








"I Believe I can Fly, I believe I can touch the sky" e assim é o poder pessoal ou a importância que o mesmo tem na nossa vida. Se acreditarmos, conseguimos e venha quem vier, nada nem ninguém, poderá impedir a nossa jornada, de atingir as metas que nos dispomos a alcançar. 
Muitos de nós construímos a vida de acordo com crenças, crenças essas que tantas vezes nos limitaram... limitaram a verdade daquilo que somos e do mundo que nos é envolvente. Para mim não existem coitados, existem pessoas que se acomodaram, outras que se cansaram de lutar, outras que praticamente e durante toda a vida nunca tiveram alguém que lhes mostrasse, desse uma outra perspectiva da vida, das escolhas. 
Crenças, todos nós as temos, na sua grande maioria formadas na infância, no seio familiar... acreditamos tantas vezes que se fizermos algo de determinada maneira teremos consequências negativas, não entendendo que as escolhas certas ou erradas dependem apenas de nós e jamais dos outros. 
Medo, julgamento, aprisionamento palavras tão pouco usuais no nosso vocabulário, mas tão presentes na nossa vida de uma forma camuflada.

Imaginem um Índio... o Índio preza a liberdade, igualdade, amor fraterno... mas acima de tudo é um guerreiro que luta dia após dia pelo seu lugar neste mundo. Se vocês retirarem o Índio do seu habitat e lhe disserem constantemente que ele não sabe o que faz ou o que faz está errado, a verdadeira força do Índio desvanece acabando o próprio por falecer. 
Mentalizem um elefante... porque razão o elefante não foge quando o aprisionam, sendo ele um animal de tão grande porte? O elefante não foge porque através das suas crenças pensa que está amarrado de uma maneira que o impossibilita de escapar, mesmo que seja uma corda fina. 
Agora... agora coloquem-se vocês na pele do índio, do elefante e transportem estes exemplos para as mais diversas situações das vossas vidas... o que vão encontrar? Cordas e mais cordas, correntes e mais correntes! 

Quantos de nós não têm ou tiveram "estacas"? Estacas em forma de colegas de trabalho, estacas em forma de pseudo-amizades, estacas em forma de família, estacas em forma de relacionamentos amorosos e quanto... quanto é que isso não nos diminuiu, não vos diminuiu?

Mudar crenças não é tarefa fácil, estando a sua grande maioria no inconsciente, mas ainda assim quando nos predispomos a mudá-las a nossa auto-imagem muda, as nossas habilidades são visíveis, o nosso bem-estar outrora latente é agora evidente. 

TU PODES MUDAR O TEU MUNDO e tudo se inicia quando mudas a tua maneira de falar, de entoar a tua palavra no teu mundo, na tua realidade. Tu mereces sentir amor e respeito por ti. Pouco importa aquilo que os outros fazem ou dizem, as escolhas são tuas, o momento é o teu momento, sendo o teu presente o teu momento.

Coloca o poder nas tuas mãos, interroga-te, questiona-te, vai ao fundo da questão... aqui reside a força do teu poder pessoal. Transforma crenças limitadoras em ilimitadas... em todos os momentos ou eventos da tua vida coloca-te do lado de fora da cena, não caias nos meus erros, artimanhas do passado. Identifica a crença, vive-a, sente-a, mas vai ao que já adquiriste... vê que ferramentas tens, que pessoas te podem ajudar a entrar novamente no eixo, a ultrapassar com um salto confiante o abismo da dor.

O que escrevo foi o meu caminho e, por isso, aqui estou com a confiança necessária para vos mostrar o que pode ser certo, pois para mim o foi. Mas atenção o que foi ou é certo para mim pode não ser certo para cada um de vós. Aos que amo porque amo com todo o meu coração é o que pretendo transmitir e jamais deixar que eles se tornem Índios sem chão, elefantes em prisão! Pássaro-azul, muralha da china, farol da ravina, tantos adjectivos que já me atribuíram... apenas sei, sei apenas que nada se atinge sem esforço, dedicação, trabalho, perseverança e gratidão, muita gratidão por cada dia que vivemos. Pensem nisto!

Um beijo a todos e um excelente fim-de-semana!

Alexandra







quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Pássaro Azul







Mil e uma são as histórias que entoam nos ouvidos sem a verdade que apenas o coração reconhece. Os sinos tocam, a noite cai e as estrelas no céu mostram a vida no seu mais puro estado celestial... que nos, que vos falta afinal? 
Vocês... um por um, porque não sonham mais, porque afugentaram a criança para a escuridão? A criança que um dia foram, a criança que ainda somos necessita respirar, viver com intensidade a paixão dos anos dourados onde tudo era inocente, simples. Mil e uma são as histórias que entoam nos ouvidos, mas milhares são os caminhos e cada um tem o seu.

Sofrer? Não, nós não nascemos para sofrer... nascemos para dar, receber, amar, cuidar, aprender, evoluir e um dia partir com a noção de dever cumprido. 
Num comentário chamaram-me de "pássaro azul" que segundo reza a lenda representa a verdade e felicidade inantigivel. O azul, por sua vez, é a mais profunda das cores onde o olhar penetra sem encontrar obstáculos, o infinito dos mistérios da alma.

O pássaro azul, hoje, vai chilrear isto: toda vida me disseram - "não te preocupes" - "não queiras saber" - "não é bem assim", entre outras expressões... sabem o que aprendi? Aprendi que devemos seguir aquilo que a lógica, que o coração nos diz... e hoje, hoje para mim disseram "tira a venda dos olhos daqueles que amas, a clarividência também lhes pertence."


Um beijo a tod@s!






Alexandra Martinho

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

*Este é o dia e assim começa a jornada*







Este é o dia, este é o momento em que um novo capítulo começa, em que o velho se guarda e esquece no fundo de uma qualquer gaveta de recordações que em breve ficarão cheias de pó.
Não queiram recomeçar, recomeçar implica emaranhar o velho com o novo e isso nada de bom atrai. Não pedi nada para este novo ano, apenas solicitei no meu pensamento o desabrochar da intuição para todos aqueles que me são próximos... simplesmente isto, intuição.
A intuição é uma característica inata do ser humano que nem todos usam, que nem todos ouvem e assim vão tropeçando nas "víboras" disfarçadas de boas intenções ou nos "leões" prestes a devorar um naco de carne daqueles que demonstram fragilidades.

Não olhem para aquilo que acontece seguindo e acreditando apenas no visível, o visível tantas vezes camufla a verdadeira intenção, a verdadeira razão. Por isso, eu digo, "não me enfiam Lisboa pelos olhos dentro, nem me fazem comer o pão de iguarias que o Diabo amassou"... Percebem agora o porquê da intuição? Não peço nada por acaso, nem ao acaso e acreditem, a intuição é uma poderosa arma que todos podem usar para o bem, para a felicidade, para erradicar o que não faz falta e os assaltos do ego que tanto anseia por uma massagem.

Quero dizer que estou bem, feliz, que o último fim de semana de 2012 foi para mim, na verdade, o primeiro deste novo ano, onde finalmente consegui atingir, activar e levar comigo aquele que mais amo... mostrei a outra realidade, aquela em que vivo, aquela para a qual fui feita para viver e onde sou feliz, onde todos podemos ser felizes sem sacrifícios... sem medos!

Tenham coragem, a fé de dizer não às tentações do passado, não sacrifiquem o vosso presente, a vossa saúde espiritual... passado é passado e lá deve ficar. 
Não encarem o fim de um relacionamento como uma evidencia quando a mesma não faz sentido, saiam da vossa zona de conforto e partam em busca das verdadeiras razões tantas vezes ocultas.

Estou do outro lado do abismo, incondicionalmente entreguei-me ao meu caminho e dei um salto de olhos vendados para não ver as sombras, nem a escuridão. Não temam, que eu também não temi. A vida não é uma gelatina instantânea, por isso, não se deixem comer, devorar por deslumbramentos não condizentes com a vossa alma.

Este é o primeiro texto do ano que significados escondidos tem, por entre as linhas, por entre as palavras. Sentidos, emoções, abram as portas do vosso coração...

This is day, let's start from here create another world with diferent hands! 



Com esta música desejo a todos um bom ano...


Namasté

Alexandra Martinho