quarta-feira, 8 de outubro de 2014

"Quem cuida dos maridos e das mulheres das pessoas com depressão?"









Há momentos em que os floreados de nada servem. Apenas a verdade. A verdade dos factos. Num tempo cronológico em que todos têm o dever de estar informados, a ignorância continua a ser a potencial inimiga da cura efectiva de grande parte das maleitas de foro emocional.
Hoje, fala-se dela como sendo o principal flagelo do século XXI: A Depressão! Silenciosa, desgastante, destruidora, incapacitante. Assim é esta doença que desde sempre acompanhou e acompanha a humanidade.
Tristeza, desanimo, baixa auto-estima, desamparo, apatia, desinteresse, inutilidade, fracasso, visão distorcida da realidade, raciocínio mais lento, esquecimento, perturbações de sono são apenas alguns dos sintomas que caracterizam esta doença. Este quadro da vida real pintado a tons de cinzento.
No entanto, e apesar de tudo parecer negro, a depressão tem cura. É necessário antes de tudo que tanto o doente, como quem o rodeia se informe correctamente sobre a doença para que possam gerir da melhor maneira a situação e, sem dúvida, o acompanhamento por um especialista é imprescindível.
Como não acho correcto escrever mais uma linha sobre este assunto, deixo-vos um vídeo recente em que a psicóloga Cláudia Morais explica não só o que é a depressão, mas também, aquilo que não só o doente como aquilo que quem os ama sente.
Este é, para mim, um dos eventos da vida em que é necessário acima de tudo validar as emoções alheias. Comunicar amor ao outro, mesmo quando o que sentimos é um tremendo vazio.




Alexandra