terça-feira, 5 de maio de 2015

A vida é curta demais para fretes e fantochadas






Qualquer homem ou mulher tem os seus pontos críticos. As suas feridas emocionais que não devem ser tocadas mas, quando são, há como que uma espécie de alarme e cegueira que nos guia na estrada onde tantas vezes perdemos o controlo de tudo e até o respeito por quem nos atinge.
Há quem nos peça para ter calma. Há quem nos peça para ignorar. Mas até que ponto o silêncio e o "deixa andar" não permite que terceiros ajam e digam aquilo que lhes dá na real gana?
Fui educada para não falar ou comentar a vida alheia. Que para tecer juízos de valor é preciso conhecer a realidade de cada um. Digamos que tudo se resume a respeito por mim e pelos outros. Será que as pessoas não concebem a existência da palavra privacidade?

Nestes últimos quatro anos vi a minha privacidade invadida e isto, é talvez, das piores coisas que me podem fazer. Odeio gente intrometida, coscuvilheira, manipuladores natos com uma capacidade fantástica de mudar os factos. Pessoas com duras caras que querem saber mais e mais para divulgar tudo de forma distorcida. 

Esta brincadeira ia-me custando um relacionamento de quase cinco anos. 

O mais grave no meio de tudo isto é que toda a confusão instalada foi gerada por elementos familiares da outra parte. Cheguei à conclusão de que era altura de quebrar o silêncio e agir, passando o recado a uma que divulgará para todos. 

Não gostou! Azar! 

A vida é curta para fretes e de uma assentada disse o que estava entalado. Há mulheres e homens que valem zero, e este é o caso. Parece que nem com um canudo na mão sabem ser gente. Não se sabem colocar no lugar delas e deles. Necessidade de controlar. Uma inveja desmedida com ciúmes. 

Perigoso. Muito perigoso. Têm jogado um jogo muito perigoso comigo. Um jogo reles! Um jogo que não tenho vontade de jogar porque estou farta de merda!

É isto e sei, sei que a brincadeira não acabou por aqui. Mas agora vão ver com quantos paus se faz uma canoa porque os cães ladram e a caravana passa.


Boa semana 


Alexandra

3 comentários:

  1. Na vida não cabem fretes. Fantochadas, muito menos.
    Beijinho e boa semana.

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  2. Têm razão ,fazer fretes apenas só adia o inadiável ,quando não se respeita sofre-se as consequências dos seus actos beijinhos e uma semana muito feliz.

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  3. Ó pra mim a discordar. Nem será bem discordar, é mais fazer um desvio. Por vezes os fretes podem transformar-se em algo surpreendentemente delicioso. Gostava muito de desenvolver estar parte, mas acho que não devo. Digo apenas que um dis fui forçada a viajar para um local que para mim era um frete daqueles. Vai daí depois de lá estar... adorei o local. Acabou por se tornar um dos meus locais preferidos.

    Estava a brincar.

    Agora num registo mais sério, compreendo a sua situação. Não deve ser nada fácil passar por tudo isso na primeira pessoa. Parece-me que a Alexandra tem força para superar. É levantar a cabeça e ir em frente :)

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