segunda-feira, 19 de outubro de 2015

*Clássico dizer que amor com amor se paga*



A Alexandra solicita que o destinatário deste post e os demais que tiverem a amabilidade de o ler, que cliquem no play da música que aqui deixo. A música acompanha o texto e o texto acompanha a música numa leve dança dos apaixonados. Um hino à vida!







*Clássico dizer que amor com amor se paga* 



Quando se ama, quando se ama pela primeira vez na vida e quando esse mesmo amor é correspondido existe uma estranha e amorosa sensação dentro de nós. Uns chamam-lhe borboletas, outros dizem que é o cupido, eu quero apenas acreditar que existem pessoas que estão predestinadas a surgirem na nossa vida para caminhar ao nosso lado.

Há cinco anos. Há cinco anos o meu caminho tem sido percorrido contigo. Não esqueço! Não esqueço o dia 19 de Outubro de 2010 em que nós, pelas 10:30, demos o nosso primeiro beijo em frente à capela das aparições no santuário de Fátima.
De calça branca, de camisa preta e de semblante envergonhado chegaste ao pé de mim e nesse instante senti as tuas mãos que percorreram a minha cintura sendo o laço do presente que estava a caminho. Os teus lábios nos meus, os meus lábios nos teus. 




(memórias de ti)

Este foi, sem dúvida alguma, um dos dias mais felizes da minha vida. Sentia a estranha sensação de que te conhecia há tanto tempo e que não estavas comigo, ali naquele lugar,  por acaso. 
Ainda hoje sei que o nosso relacionamento não foi um acaso, foi muito mais que isso.

Despi-me. Despi-me perante ti sem qualquer pudor. Abri as páginas de um livro, o livro da minha vida. Para quê guardar segredos quando estava tudo ali predisposto para nos unir. Fosse fraca ou forte, apesar de tudo, eu sabia, uma voz dentro de mim gritava que aquele era o momento. Não era o fim da estrada, apenas o princípio. Nada em nós foi um fim, apenas um princípio sem fim.

Guardei as cenas que preciso de me lembrar para encontrar e dignificar o que virá no próximo depois, aquele depois em que tu és muito mais que um, que o homem. Descobri alguém e aquilo que os olhos não conseguem vislumbrar. Descobri um ser humano que tem sede de ser feliz. Sede de viver. Sede de ter alguém que o consiga acompanhar e compreender. Um ser humano que clama por quem o ajude a libertar-se das amarras em que a vida colocou espinhos grosseiros.

Não tenhas medo. Não mudei! Mas houve uma parte de mim que voltou a emergir. Houve qualquer coisa de mim que aqui morreu.  Emergiu aquela parte, a parte que sente necessidade de se defender daquilo que lhe toca de forma constante nas inúmeras feridas abertas nesta estrada que tu bem conheces sem nunca lá teres estado. A estrada, a minha estrada que percorri sozinha e onde alcancei um novo partir. Eu fui. Eu vou. 

Quis sobreviver ao dia de amanhã sem saber se haveria sol de manhã. Sobrevivi. Sobrevivi para te encontrar, ainda restam dúvidas? Por tudo isto e por mais aquilo que a própria razão desconhece não posso tolerar ou permitir que me ataquem da forma que têm feito.  Não posso assumir a responsabilidade dos erros cometidos por seres ausentes de cérebro. Não posso aceitar que usem o meu nome para justificar as asneiras que têm feito. Gostava de entender o porquê de tanta raiva quando, na verdade, aquilo que deveria contar é a felicidade. Cansei-me de jogos. Cansei-me de deturpações da verdade. Cansei-me de ser considerada algo de quem se pode falar como se não houvesse um amanhã. A "boneca" tem vontades, sentimentos e desejos. A "boneca" declarou guerra à hipocrisia porque está cansada. 

Custará assim tanto entender que não preciso de dinheiro ou balelas? Aquilo que preciso é de paz e sossego. Apenas quero viver o presente tal e qual a vida me dá.

Cheguei tarde (ou não), mas cheguei a tempo de viver uma história só minha, só nossa. Preciso de ser eu porque, na verdade, neste mundo, não posso ser outro alguém. Eras o único que percebia verdadeiramente o que escrevia e dizia. Eras o único que te silenciavas encantado de me ouvir. Eras o único que estavas lá quando eu mais precisava. Lembras?

Sei. Conheço-te. Sei que o teu mundo interno está numa imensa reviravolta. Demasiada mágoa. A dor. A dor de outros tempos que tendes uma vez mais a sentir. Não te deixes ficar oh meu amor, não te deixes ficar nessa amargura que te consome e que te leva para longe daqui e de mim.

Parabéns. Parabéns é o teu dia. Parabéns é o nosso dia também. Só nós dois é que sabemos. Só nós dois é que vivemos neste nosso mundo. Continuo à espera do teu peito junto ao meu. 

Parabéns amor, parabéns. E lembra-te para hoje e sempre, clássico é dizer que o amor com amor se paga e de ti nada mais do que isto pretendi.


Alexandra

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

'Ai preocupem-se, preocupem-se'







Não sei porquê, apenas sei que há cenas, cenas neste Portugal que já enjoam e em que esta mania de empatar o óbvio dá conta dos nervos a qualquer pessoa que tenha dois dedos de testa. 
Vai para duas semanas que andamos neste imbróglio de quem governa ou não a nação. Parece mais do que óbvio aquilo que se passou nas urnas e, assim sendo, quando falamos de uma vitória de esquerda estamos a desrespeitar os princípios básicos da democracia. Estamos a violar os direitos de qualquer cidadão que votou e que de uma maneira ou de outra atribuiu a vitória à coligação.

Após conhecimento dos resultados que davam uma não maioria absoluta à coligação que governou Portugal nos últimos quatro anos, seguiram-se discursos dignos de uma novela de faca e alguidar. Muito antes de haver qualquer consenso já se falava em moção de censura e "ajuntamentos" dos ditos partidos de esquerda para impossibilitar a governação da direita.

É difícil de entender ou compreender o que vai na cabeça desta gente. É difícil de compreender ou de aceitar que se armem motins no interior das próprias forças políticas como se todos fossem uma cambada de galos sem crista e, assim, passar uma rasteira a quem o povo concedeu a vitória. 

O povo português afinal é o quê no meio de todo este enredo bizarro? De que nos serve votar se está mais do que evidente que eles e elas se estão a c@g@r para o som da nossa "voz"?! 

Falam de hipocrisia, falam de mais o quê? Silêncio! Um pouco de silêncio era bom e aconselhável porque esta coisa de se debater política exige fair play e sobretudo cultura acerca do nosso país.


Não, os comunistas não comem criançinhas ao pequeno almoço, nem os bloquistas gostam de usar gravata já dizia o outro. Mas os ideais, os ideais desta gente estarão ajustados à realidade actual de Portugal? O tempo da outra senhora já lá vai e essa coisa de proletariado e capitalismo, assim como, destruição das principais fortunas do país com impostos cheira a mofo pá!! Existe um enorme fosso que separa a realidade da ilusão que alguns parecem querer viver a todo o custo.




Bom fim-de-semana!


Alexandra






segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Morreu Jim Diamond autor de "I should have know better"





Apenas hoje tomei conhecimento do desaparecimento de Jim Diamond autor da música "I should have know better". 
Que posso dizer sobre isto? Nada! A música que o tornou internacionalmente conhecido esteve praticamente uma semana em nº1 das tabelas de singles mais vendidos e, foi, lançada no ano do meu nascimento 1984.
Este foi mais um exemplo de que a vida é um verdadeiro sopro, passa depressa o suficiente para nem sempre haver tempo de dizer adeus.











Boa semana!