sexta-feira, 27 de setembro de 2013

'Pensamentos meus com Música'








Porque os pensamentos são a força que dá corpo às palavras, nesta noite chuvosa que abre portas ao fim-de-semana, deixo-vos com estas escolhas musicais:





















Um excelente fim-de-semana a todos os que passam pelo "ouso escrever"!


Alexandra Martinho



quinta-feira, 26 de setembro de 2013

'Chuvada'









Quantas palavras poderia dizer 
ao som da chuvada?
As linhas, a pena e eu no cimo da colina
à espera da alvorada.

O cântico dos pássaros entoam
nesta manhã que me brinda em lágrimas.
Que choro divino vislumbra meu olhar cansado,
sinto frescura na pele rasgada pelo passado.

Quantas palavras poderia dizer
ao som da chuvada?
Abraça-me amor do meu peito 
e deita-te comigo neste novo leito.

Ao som da chuvada quero que saibas
que meu beijo são palavras sagradas.
Nesta fria alvorada escrevo teu nome na terra molhada,
porque estas são palavras que digo ao som da chuvada.


Alexandra Martinho








quarta-feira, 25 de setembro de 2013

'I hope you find It'









A música ao longo de quase 29 anos tem estado presente na minha vida, nasci a ouvir música, morrerei com ela no meu coração. Quem conhece a Alexandra, inevitavelmente, sabe que de todos os artistas que ouço diariamente há uma que se destaca, Cher.
Aos 67 anos e com 50 de carreira, eis que surge a diva com o novo álbum "closer to the truth". Em Portugal associa-se o nome Cher ao "hit-single" Believe, desconhecendo-se quase por completo os programas de humor de grande sucesso da década de 70 ao lado de Sonny Bono, a era Rock dos anos 80 e a importante carreira de cinema que lhe concedeu um óscar para melhor actriz no filme "o feitiço da lua" em 1987.
Apesar de todos os altos e baixos e contra todas as expectativas e críticas, Cher, continua no activo preparando-se para em 2014 voltar à estrada com a tour "dressed to kill".
Penso que nesta mulher reside um exemplo de força que não deve passar despercebido, afinal, nunca devemos desistir dos nossos objectivos independentemente dos obstáculos ou vozes que se levantem contra nós.

Identifico-me com ela muitos aspectos, na irreverência, na reinvenção constante, na voz presente e de longo alcance... de ser quem é e de agir em consonância com os seus princípios/ideais.


Deixo-vos com o seu mais recente single, numa actuação ao vivo no programa da CBS - Late Show with David Letterman.




"If you are going to wait for someone to encourage you to do something, you just better give it up." Cher


Continuação de uma excelente semana a todos,


Alexandra Martinho

domingo, 22 de setembro de 2013

'Ouso Escrever - além da escrita, a mulher'







Por incrível que pareça faz hoje um ano que iniciei a minha viagem acompanhada de palavras pelo mundo da blogosfera. Escrevo por e com paixão, a mesma paixão com que vivo e sinto cada emoção na pele, na mente, no coração.
O "Ouso Escrever" não surgiu por brincadeira, mas sim, pela necessidade de dar asas e luz a uma parte de mim que durante anos esteve confinada a uma caneta e folhas de papel. Comprometi-me a escrever como sempre escrevi. Uma escrita repleta da doce agressividade que não falasse apenas de intimidade ou de coisas banais, que quebrasse as fronteiras do politicamente correcto e tocasse nos pontos essenciais para um novo despertar.
há um tempo para tudo, a altura certa para executar aquilo que nos dá prazer e isso não deixo em mãos alheias. Os últimos anos da minha vida foram difíceis de viver e quando todos pensaram que iria simplesmente desaparecer, eis que provo de que material é feita uma mulher, digna de ostentar honrosa designação - ser mulher.
Quando tomei consciência da minha singularidade e do quanto sou especial comecei a apreciar cada vez mais os momentos de solidão, introspecção e, com "eles", aplaudir calorosamente os frutos de decisões tomadas com consciência.
O amadurecimento afectivo e emocional assente numa postura "fria" alimentou a necessidade de elevação interior para enfrentar cuidadosamente cada desafio que vida me propõe. Equilíbrio da mente e do corpo.

Agradeço aos que ficaram, aos que partiram. Agradeço a todos os que têm feito do "ouso escrever" um espaço de partilha e aprendizagem.
Não estou de partida, ainda agora cheguei e como as palavras por hoje esgotaram-se... deixo-vos com a seguinte escolha musical:




pouco importa se tal melodia fez parte da banda sonora de uma novela, aqui, o importante são as emoções, os significados que os violinos e as vozes escondem. Esta música fala de mim, conta cada passo que dei, cada lágrima que chorei e sim, aos céus tantas vezes gritei quando senti desamparo e o corpo moribundo. Perto estarei de quem amo, para longe vou de quem deixou de amar. Não esqueço, nunca esqueço quem marcou a vida escrita nesta alma que nunca esteve adormecida.


Um beijo e um obrigada a todos deste coração para o vosso, coração!



Alexandra Martinho 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

'Síndrome de Peter Pan - O marasmo do prazer fútil e da terra do nunca'










Há cerca de trinta anos o psicólogo norte americano Dan Kiley identificou em contexto social o síndrome de Peter Pan ou, por outras palavras, o adulto que se quer eternamente jovem.
Todos nós conhecemos a história de Peter Pan e a terra do nunca. Sabemos que o seu maior desejo é a eterna juventude como tudo aquilo que ela simboliza, uma personagem e ideologia que em tudo contrasta com Wendy. 
Nos últimos cem anos sociedade e família têm sofrido derradeiras transformações, transformações essas que incitam à vivência de prazeres imediatos que provocam danos a longo prazo no corpo e na vida do indivíduo. Todos os dias os mass media através das múltiplas mensagens motivadoras e manipuladoras alimentam o desejo pela eterna juventude, um desejo exacerbado que repercute-se em comportamentos de risco, bebedeiras consecutivas, uso esporádico de drogas, noitadas sem fim e grupo de pares que levam sempre ao mesmo tipo de comportamentos. Tudo, mas sempre tudo em prol de uma reputação de "bon vivant et forever young"

Aplicamos o síndrome de Peter Pan a indivíduos do sexo masculino e feminino com mais de trinta ou quarenta anos que continuam a levar um estilo de vida próprio da adolescência. Extremamente vulneráveis e sensíveis a críticas possuem geralmente baixa auto-estima embora disfarçada. Viveram num ambiente familiar castrador e as primeiras amizades não foram de todo as mais aconselháveis para a construção de uma personalidade sã.
Abraçadas por um enorme vazio afectivo desde a infância continuam, agora, na idade adulta a sentirem-se desprotegidas e angustiadas quando a vida as desafia e lhes apresenta o desconhecido.

Falam da vida pessoal e profissional sem entenderem onde se situam as fronteiras entre público e privado. A insatisfação apesar de permanente é ladeada pela ausência da tomada de decisões para resolução de problemas. Querem tudo e nada fazem para alcançar esse tudo.
Embarcam e são facilmente influenciáveis pelas opiniões de terceiros, acham que a vida é para ser vivida sem limites ou reflexões. O compromisso, no verdadeiro sentido da palavra, é um obstáculo ao "ideal" de liberdade tal como, conversas sobre saídas nocturnas e directas são motivo de vangloriação social, afinal não podemos esquecer que quem não tem uma vida social muito activa é olhado de lado, considerado/a uma autentica múmia. (Ironia)

O presente texto não pretende ser uma critica destrutiva ou social, mas é importante que perante o caos que vivemos se pondere e reflicta sobre comportamentos, atitudes e palavras que vamos tendo ao longo da nossa vida. É imprescindível compreender que tudo tem um tempo certo e indicado para acontecer, que o corpo emana sinais, negligenciados, sempre que fazemos algo que nos desrespeita. 

Faz falta viver com paixão e respeito pelo ser, de parecer está o mundo farto e isso é visível a cada esquina, a cada rosto sisudo e carregado. As mentes adormeceram e as almas perderam-se.



"Viver é a coisa mais rara do mundo - a maioria das pessoas apenas existe."



Uma excelente quinta-feira a todos!


Alexandra Martinho


terça-feira, 17 de setembro de 2013

'A Grande barraca Nacional -  Leilão de objectos pertencentes à família Real Portuguesa sem conhecimento das autoridades nacionais"'





(estes são apenas alguns dos exemplares em leilão que podem ser encontrados aqui)




Aquando da queda da Monarquia a 5 de Outubro de 1910 grande parte do espólio pessoal/nacional da família real Portuguesa ficou espalhado pelos diversos países onde esta fixou residência após o exílio.
Como todos sabem ou pelo menos deveriam saber o Palácio Nacional da Ajuda outrora chamado de "A barraca real" alberga no seu interior diversas colecções (tapeçaria, faiança, mobiliário, fotografia, ourivesaria/joalharia, pintura e afins) algumas resgatadas em leilões internacionais e outras que haviam sido confiscadas e reunidas pela Primeira República e Estado Novo a todas as propriedades dos Bragança.

Hoje, enquanto todo um país se debate por questões políticas e futilidades adjacentes, vão a leilão inúmeras peças nacionais pertencentes à familia Real Portuguesa.  

Oriundas de coleccionadores privados (onde constam filhos e netos de empregados da Rainha D. Amélia) e da própria família real italiana de onde a Rainha Maria Pia era descendente, estas peças contam parte da existência de uma nação de que todos deviam ter orgulho. 

É impressionante verificar o esquecimento que paira neste pobre Portugal. Portugal está pobre, pobre de valores e de pessoas que se dignam a ser pessoas como manda a antiga lei. Muitos são os discursos, as filosofias, o "ai meu deus do céu" e poucas, muito poucas são as acções em prol da defesa dos nossos interesses. Interesses de todos!
Na esfera pessoal de cada um é a merda que vemos dia após dia, relacionamentos que fracassam, coscuvilhice sem fim e erros que se repetem vezes sem conta como autênticos padrões enraizados. 

Pena é o que sinto!

Os Portugueses gostam de levar no traseiro sem qualquer tipo de permissão ou lubrificação. É vergonhoso, para mim é vergonhoso assistir a todo este estado de passividade e inércia a que se sujeitam dia após dia. 

O poeta é um fingidor e os Portugueses têm alma de poeta, são grandes fingidores para o bem e para o mal. Está sempre tudo mal, mas está-se bem assim!


Alexandra Martinho




(Uma música que apenas diz o quanto estou farta de gente e coisas de merda)




quarta-feira, 11 de setembro de 2013

"Mundo Insólito - Primeiro homem transexual a dar à luz na Europa é alemão" By JN









a notícia está aqui


A este tipo de notícias atribuo a curta citação "prazer de brincar com coisas sérias". O mundo é insólito quando temas sérios são abordados à escala de artigos da imprensa cor-de rosa onde tudo é banal e vulgar. No que toca a este tema ouve-se de tudo, vê-se tudo e esse tudo é colocado no mesmo saco como se de aberrações se tratassem. O presente artigo serve para que pelo menos mais uma pedra seja colocada no muro da desmistificação e assim se derrube de uma vez por todas a ignorância instalada numa sociedade que hipocritamente todos os dias grita por direitos humanos e igualdade. Começo por referir que não existem homens ou mulheres transexuais, existem sim, homens e mulheres que nascem com uma patologia genética a que damos o nome de transtorno de identidade de género.

Harry Benjamin, importante séxologo do século XX e considerado o pai da transexualidade, desenvolveu desde os anos quarenta até à sua morte, importantes estudos que possibilitaram o tratamento adequado de homens e mulheres que recorriam a si dizendo que não eram quem a sociedade dizia ver.

Confusos?

Através das suas experiências percebeu que a indução de estrogénio em pacientes nascidos supostamente "homens" amenizava o sofrimento e dor interna exteriorizada inúmeras vezes através de comportamentos agressivos ou de isolamento social puro.
Sabemos que o transtorno de identidade de género dá-se durante a gestação do feto ocorrendo alterações hormonais profundas derivadas de pelo menos três combinações genéticas onde encontramos a molécula ER-Beta. O cérebro do recém-nascido será feminino devido a esta alteração hormonal e os genitais masculinos ou, o cérebro será masculino e os genitais femininos. Não sendo detectada, por enquanto, na gestação, as equipas médicas especializadas e multidisciplinares podem intervir e acompanhar o paciente desde a primeira infância.

Os sinais da doença estão presentes desde os dois, quatro anos de idade, altura em que a criança começa a ter percepção de si mesma e de quem é quando inserida em contexto social. Insistem em vestir permanentemente a roupa do sexo oposto, porque o cérebro lhes diz que aquela é a roupa certa. Brincam e têm comportamentos que são próprios do sexo oposto, os "rapazes" gostam de brincar com bonecas, urinam sentados, sentem repugnância por possuírem um pénis e encolhem-no por entre as pernas. As "raparigas" recusam brincar com bonecas, vestir vestidos e o mundo desaba quando o peito cresce e surge a primeira menstruação. (Coloco rapazes e raparigas entre aspas porque, na verdade, eles são elas e elas são eles.)

Ao atingir a maioridade, dezoito anos, dá-se inicio a um diagnóstico médico rigoroso, a devida administração hormonal como preparação para as cirurgias e modificação gradual do corpo para que o seu fenótipo esteja de acordo com o seu verdadeiro genótipo. Terminadas as avaliações médicas e despistada qualquer outra patologia, se as transformações assim permitirem dá-se inicio à prova real de vida em que se insere o paciente no meio social com a sua verdadeira identidade. Após esta derradeira prova de fogo submete-se o processo do paciente para a ordem dos médicos que autorizará as operações segundo os requisitos impostos pela organização mundial de saúde. Convém salientar que o transtorno de identidade de género não é uma doença mental, paranóia ou mania de quem acorda pela manhã e diz - "sou mulher" ou "sou homem". Estas pessoas passam anos mergulhadas num profundo e doloroso silêncio que tantas vezes as atira para profundas depressões e tentativas de suicídio.
A vida para eles e para elas começa depois de várias cirurgias de readequação do corpo à mente, sendo que, até ao resto da vida terão de continuar o tratamento hormonal em doses reduzidas para impossibilitar ou reduzir o risco de surgimento de doenças como cancro ou osteoporose.



Temos o dever e responsabilidade de auxiliar estas pessoas. O dever de não julgar e ir em busca de informação credível que nos ajude a esclarecer, a crescer enquanto seres humanos preparados para as diversas realidades com que a natureza nos confronta todos os dias da nossa vida. Quanto à noticia em si e outros casos que surgem na televisão de pessoas que se dizem ser "transexuais" posso garantir o seguinte, de acordo com os padrões internacionais que regem o diagnóstico de perturbação de identidade de género este caso e outros tantos semelhantes não são, nem nunca foram transexuais. O simples facto de engravidar voluntariamente exclui por completo essa possibilidade. A mesma regra aplica-se aos que mantêm o pénis voluntariamente e o usam. É preciso ter cuidado quando entramos em terrenos que desconhecemos e a comunicação social tem, definitivamente, um papel preponderante na divulgação de mensagens correctas que promovam o esclarecimento. 
Defendo que disciplinas como psicologia devem ser obrigatórias para que os jovens compreendam efectivamente a biodiversidade que os rodeia, teremos futuros adultos e cidadãos muito mais esclarecidos e preparados. 

Após quase uma semana de pausa nas minhas actividades por estas bandas, decidi que era altura de trazer ao "ouso escrever" um tema que merece uma "discussão" sensata e todo o nosso respeito. Afinal, tal situação, pode existir no interior das nossas casas e nem sabemos.


Uma boa semana para todos!


Alexandra Martinho



segunda-feira, 2 de setembro de 2013

'Regresso às aulas e os 100 milhões de euros que os Portugueses vão gastar'






Todos os anos no início de mais um ano lectivo é sempre a mesma história, quanto gastam os pais com cada filho em material escolar e afins. 

Este ano em grande plano num qualquer jornal ou estação televisiva aparece o título "Pais gastam 100 milhões no regresso às aulas".
Ter e criar um filho envolve despesas, sempre assim foi e sempre irá ser. Não será nossa função enquanto principais educadores promover o acesso à instrução escolar das crianças e jovens? Ou será que agora também isso é considerado um problema e um frete?
Ter um filho é uma opção consciente que à partida envolve encargos que serão rentabilizados a longo prazo, afinal, qualquer pai ou mãe sente orgulho em ver o filho formado profissionalmente e não só, porque, embora esqueçamos e não tenhamos tempo, a principal e fundamental educação é transmitida em casa.
Já era altura de pararmos de olhar para as crianças e jovens como se fossem números e estatísticas. Devemos separar o supérfluo do necessário e deixo um exemplo, em vez de se comprar uma mochila da "hello kitty" que se destrói no primeiro ano de uso, porque não comprar uma que dê para os quatros primeiros anos de vida no mundo do ensino? Esta "coisa" de dar aos filhos tudo e o além do tudo para que não se sintam inferiores perante os colegas traz consequências a longo prazo porque, na vida, não podemos ter tudo aquilo que desejamos. Não admira que hoje crianças, jovens e até adultos sejam tão susceptíveis a frustrações.

Caricato que nunca ouvi da parte dos meus pais uma única lamentação no que toca aos gastos que tiveram com a minha educação e do meu irmão. São ricos? Não, não são! Eram outros tempos? Sem dúvida que eram. Porém, não alimentaram caprichos ou exigências da nossa parte (que nunca tivemos) e colocaram de lado todos os anos o montante correspondente ao que iriam gastar na compra de livros e outros materiais.
Quanto aos 100 milhões, que dizer sobre isto? Num tempo em que a crise é justificação para tudo, admira-me como as famílias portuguesas conseguirão gastar 100 milhões de euros em materiais para o novo ano. 

Perante tantos gastos com os filhos é altura, creio eu, de pensar se de facto ter um filho é uma mais valia para a vida ou, simplesmente, mais um encargo a pagar como se fosse um carro e uma casa. São coisas e lousas que não batem certo e pouco sentido têm, pelo menos, para quem ainda tem a cabeça no sitio para pensar.

Não há nada melhor ou que pague neste mundo a benção de ter um filho, de ser mãe!


Uma boa semana para todos!

deixo este artigo a título de curiosidade:



Alexandra Martinho

domingo, 1 de setembro de 2013

"Não há caminhos fáceis para quem é responsável." Engénio de Andrade











Não há caminhos fáceis para quem é responsável e de facto ser responsável na actualidade é algo visto como jóia rara. 
Ser responsável é sinónimo de maturidade e com a maturidade surge a responsabilidade de assumir compromissos saudáveis com a vida e com os outros. De facto sou e sempre serei mulher de compromissos.
Para mim não houve caminhos, não há caminhos fáceis, mas há as minhas escolhas e essas faço-as segundo e seguindo os meus valores e convicções de forma saudável.
Deixo-vos com uma música que fala de mim, porque se todos temos uma música que nos define... esta é a minha!


You haven't seen the last of me